27 fevereiro 2006

O "Tanavál"

Este Carnaval, a Camila mascarou-se com a roupa do seu “amigo” preferido, o Noddy! Aproveitou-se o fato costurado no ano passado pela avó, que o fez bem grandinho, e ainda deu para este ano. Porque o Noddy ainda está muito na moda, pelo menos para a Camila!

Dilemas de mãe

Às vezes, preciso de uns momentos sozinha, em silêncio, nem que seja só para ouvir esse mesmo silêncio! Penso que quase toda a gente sente essa necessidade. Ontem, estava a precisar de um momento assim para ordenar umas ideias na minha cabeça que, ultimamente, anda mais baralhada do que o normal. Estava sozinha com a Camila, ela não me largava a barra da saia, sempre a tagarelar e a exigir toda a atenção que eu podia e a que não podia dar, e sai-me um: “Deixa-me em paz, vai brincar!”. Deixou-me sozinha na sala e foi para o quarto. Não passaram dois minutos, comecei a pensar na reacção dela e fui procurá-la. Estava sentada na cama, a brincar com um boneco, com um ar sério. Foi a primeira vez que dei conta que ela ficou sentida, fiquei com remorsos e dei-lhe um grande mimo, tentando explicar-lhe a minha atitude, mas acho que a explicação era mais para mim do que para ela. Continuo a pensar que ela devia entreter-se mais sozinha, para bem das duas, mas também compreendo que o fim-de-semana é quando ela me tem só para ela. Não é fácil ser mãe quando, antes de tudo, somos um ser humano tão cheio de imperfeições…

22 fevereiro 2006

"Como te chamas?",

pergunto eu. E ela, pela primeira vez, responde “Camila” (e não Tamila ou Bibia, como normalmente fazia). E eu fico doida de contente! Devagarinho, ela vai lá...

E a primeira frase com as letras todas foi:

“Olha a áGuia do BenfiCa!”, ao ver o emblema do dito clube no noticiário da televisão. Para os papás, teria tido mais piada se a referência fosse ao Sporting, shuif...

Outra vez doente...

A Camila está com febre. Começou na 2ª feira à noite, ontem à noite estava bem e por isso não a levei ao médico, mas hoje voltou a ter febre. Não é nada de febres altas, anda febril, mas não tem tosse, nem pingo no nariz, nem garganta inflamada, nem se queixa de mais nada. Já no Verão ela esteve assim, 2 ou 3 dias febril, o médico de família até pediu uma análise à urina, desconfiando de uma infecção urinária, mas não tinha nada, e depois passou. É estranho. O que custa mais é ver os seus olhitos mortiços e encovaditos, mesmo com pouca febre dão logo sinal que ela não está bem.

21 fevereiro 2006

Os dela e os meus


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Os olhos dela com...


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Os olhos dela com...


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Os olhos dela com...


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20 fevereiro 2006

Alguém me explica...

... como é que coloco aqui uma foto?! Quando estou a escrever o post, uso o botãozinho do "Add Image", selecciono a escolhida e depois farto-me de carregar no "Upload Image" e nada acontece! A imagem não é grande, é de uns quantos KB, há algum limite de tamanho? Não estou a ver o que é que estou a fazer de errado (mas também confesso que sou uma iniciada=um pouco naba, nisto dos blogs!)!

Progressos

Depois de, no dia 1 deste mês, ter dito o “q” pela primeira vez, no dia 13 a Camila estreou-se com o “g”! Fiquei contente e bastante aliviada, o desenvolvimento da linguagem preocupa-me imenso, embora todas as opiniões que procurei me dissessem para não me preocupar até aos 4 ou 5 anos. Mas preocupei-me e preocupo-me na mesma, não consigo evitar. É que, apesar de já conseguir dizer os dois sons, não os introduziu ainda na sua linguagem corrente, continua a usar o “t” para substituir o “q” e o “d” para o “g”, só quando lhe perguntamos qualquer coisa de específico, como, por exemplo, o nome do primo, ela lá diz “É o Diogo!”, com um “g” bem espremido. Quando conversa connosco, nunca aplica os novos sons :(. Vou insistindo devagarinho, sem pressionar, corrigindo-a de vez em quando para ela se aperceber que está a dizer mal, porque acho que ela está tão habituada a dizer mal que nem se lembra que já sabe dizer bem. Aguardam-se novos progressos…

17 fevereiro 2006

A todos os visitantes...

... um óptimo Fim de Semana!!!

Sensível

Dá-me a mim a entender (parafraseando alguém que eu conheço :)), que o comportamento da Camila é bastante influenciado pelos meus humores. Há uns posts atrás, queixei-me que ela andava muito difícil de aturar. Também mencionei que eu andava adoentada, uma gripezita que ameaçou mas foi embora. Mas andava também com o astral um pouco em baixo e, por isso, mais irritável e irritante e com pouca paciência em stock. Esta semana arribei um pouco, consegui dar-lhe mais atenção (porque deixei de pensar tanto naquilo que me apoquenta) e não é que a cachopa se tem portado melhor?! Está mais colaborante, deixou de estar em desafio permanente, embora lá vá fazendo as suas traquinices, como é normal e saudável numa criança de 2 anos. Quem me dera andar sempre bem disposta…

15 fevereiro 2006

Um pouco de História...

Aproxima-se, a passos largos, o aniversário do dia mais feliz da minha vida: 10 de Março de 2003, o dia em que finalmente conheci a face do pequeno ser que eu trazia comigo há quase 9 meses. Não lhe conhecia o sexo, por opção minha e do pai, queríamos surpresa total, seria um Guilherme ou uma Camila. Foi um parto normal, às 37 semanas e 6 dias, sem epidural e sem instrumentação, e que posso considerar rápido, foram cerca de 3 horas e meia entre as primeiras dores e a expulsão. O pai acompanhou a última hora, por pouco não chegava a tempo. Depois do último puxão e de sentir a sensação única e indescritível que é o bebé sair de dentro de nós, a enfermeira-parteira declara: “É uma rachadinha!”. Tínhamos uma menina, a nossa Camila! Já na enfermaria, os dois babámos a olhar para a nossa cria, só faltava lambê-la como fazem os animais. No dia 13, regressámos a casa.
Não me posso queixar muito dos primeiros tempos, a Camila começou a dormir cerca de 7-8 horas por noite desde as 3 semanas. Em compensação, não dormia muito de dia, evidentemente, o que, às vezes, me fazia entrar em stress porque contava com as suas sestinhas para fazer alguma coisa em casa. Quando ela fez 4 meses, voltei ao trabalho e ela passou a ficar com o pai (que trabalha por turnos) ou com a avó ou com a bisavó. Sim, a minha avó, e o meu avô também, são uns “jovens” que ainda sabem bem cuidar da bisneta, acho que até rejuvenesceram graças a isso. Até agora, o sistema tem sido esse e continuará até Setembro, altura então de ingressar no infantário. Considero que foi o melhor para ela, passar estes anos no “ninho”, agora já tem alguma força nas suas “asinhas” para outros vôos e vai fazer-lhe só bem começar a escolinha.
Dia 10 está quase… como o tempo passa rápido! O que importa é que ele é muito bem passado, tentando absorver a alegria e o amor de todos os sorrisos, beijos, abraços e mimos que trocamos, todos os dias a minha Arca se enche com mais e mais tesouros…

14 fevereiro 2006

Afinal, havia Outra...

Dia dos Namorados! Jantar romântico em casa, ementa melhorada, velas na mesa, eu, ele e… a Outra! Pois é, depois de muitos anos de exclusividade, há dois anos para cá tenho que partilhar o meu namorado com outra, ó Vida cruel e injusta (eheheh) !!! É uma relação estranha, a deste trio, a Outra tanto “namora” com ele como comigo, roubou um pedaço do coração de cada um e prendeu-os bem ao seu, de maneira a nunca os soltar. Parece bruxedo, voodoo, sei lá! Sei que eu e ele não conseguimos “desgrudar” dela, que “lutamos” pelos seus beijos e mimos como uns loucos. É assim este amor!
PS- A sorte é que a Outra vai dormir mais cedo que os pais, sobra-nos ainda muito tempo para namorar "comme il faut" :)!

13 fevereiro 2006

Mente sã em corpo são

Ontem fomos assistir a um concerto de música para bebés. Já no ano passado assistimos a vários e a Camila, embora não sendo muito expansiva ao ponto de se pôr a dançar ao pé dos músicos, sempre gostou desses momentos. Ontem, senti que ela estava mesmo a saborear cada nota que os saxofones tocavam, batendo os seus deditos a acompanhar o ritmo da música. Gostaria que ela se interessasse por música, embora não o vá forçar, claro, penso que é uma arte que exercita e desenvolve muitas capacidades do intelecto.
Depois a parte física: ida ao parque! Escorrega e mais escorrega (baloiço nem por isso), um sorriso aberto e as bochechas coradas pelo ar que começava a ficar fresquinho, um "Mamã, olha a Bibia no estuéda!", enfim, uma visão linda a guardar na retina para animar mais uma semana de trabalho que começa!

Visita à neve

No sábado, resolvemos levar a pequena à neve. Já tinha tido o seu primeiro contacto com essa "toisa fia" no dia 29 de Janeiro, quando se deu o fenómeno de nevar em boa parte do país. Mas desta vez foi à séria, na Serra da Estrela. Ao almoço, a Camila fez a sua “pequena” cena num restaurante em Seia, daquelas que começam a acontecer com certa frequência e que me tiram do sério (perdoem-me, não sou perfeita), o que vale é que eu estava do lado oposto da mesa e calhou a outros resolverem a crise ;). Lá subimos então até à Torre e aí foi um fartote de rir, com as escorregadelas e tombos de todos (nada de feridos, felizmente). A Camila teve até direito a uma viagem de trenó desgovernado durante uns 10 metros (!) porque quem era suposto segurar o dito escorregou e ficou pelo caminho. Foi uma experiência radical mas que ela adorou, pelos gritinhos histéricos que ficaram registados no filme (que está um pouco aos solavancos já que a operadora da máquina de filmar não parava de rir). Um dia divertido e cansativo, visto que a cachopa dormiu durante mais de 2 horas na viagem de regresso a casa.

10 fevereiro 2006

HELP! Alguém está a passar o mesmo que eu?!

Já ouvi dizer e li em vários sítios que os 3 anos são uma fase de afirmação da personalidade e de grande mudança. Falta um mês para a Camila completar os 3 anos e já vejo muitos sinais dessa mudança, que vão aparecendo uns atrás dos outros, mais depressa do que eu desejaria. Ela sempre foi uma menina muito meiga e continua a ser, uma menina a quem, se se respondesse um “não” a um seu pedido juntando uma explicação, ela aceitava a resposta geralmente sem birras. E era minimamente bem mandada. Há uns dias para cá, não faz nada do que lhe peço, aliás, faz questão de fazer o contrário, sempre com um ar de gozo tipo “Sou eu que domino a situação!”, que me tira completamente do sério! É verdade que, quando estou adoentada a paciência também é menor, mas hoje a avó queixou-se do mesmo, que lhe remexe tudo e que não faz nada do que ela lhe diz para fazer.
Ao que sei, este comportamento é normal nesta idade, é um processo de luta pela autoridade que, mais cedo ou mais tarde, vai passar. Mas depois volta, naquela fase da qual eu sempre tive mais receio desde que pensei ter um filho: a Adolescência!
Espero que alguém me diga que não sou a única a passar por isto!

É mesmo verdade...

... os terríveis três anos existem!!!

09 fevereiro 2006

Do "inferno" ao "céu" em segundos...

Cenário: hora de vestir o pijama, mãe cheia de febre e de dores no corpo, cabeça a rebentar, a Camila de cócoras no tapete. Peço-lhe: ”Camila, levanta-te por favor, para tirarmos as calças”. A Camila continua de cócoras, com um sorrisinho de gozo. Mais um pedido: “Vê se entendes, a mamã está doente e hoje não está a brincar, põe-te em pé, ajuda a mamã.” E ela na mesma! A pouca paciência que havia esgota-se e acaba numa palmada no rabiosque, que fez com que ela se levantasse automaticamente. Chora, num ataque de mau feitio, mais por estar a ser contrariada do que pela palmada: “ A Bibia não téi levantá-se, a Bibia não téi ajudá-te!”. Eu meto as mãos na cara uns segundos, para ver se me acalmo. E aí ela derrete-me: corta o choro, abraça-me, dando palmadinhas nas minhas costas e diz: “ Eu dosto de ti, mamã, pontos!”. Enxuguei as lagrimitas da sua cara com beijos e fizemos as pazes naquele abraço apertado, ao qual não consigo nem quero resistir :)!

08 fevereiro 2006

Tempo, esse bem precioso...

Receber o seu bom-dia pela manhã é a melhor maneira de chegar atrasada ao serviço. A pontualidade já não é o meu forte, mas se, por acaso, a Camila resolve acordar antes de eu sair de casa, a coisa piora. Colo-me a ela e só digo “a mamã tem que ir embora, já estou atrasada”, mais para me convencer a mim do que a ela. Depois de muitos beijos e abraços, lá me arrasto até ao carro, deixando-a com a avó ou com o pai, que foi o caso de hoje. Desde que tive dois períodos de baixa médica no ano passado, o último dos quais coincidiu com uma viagem de trabalho do pai ao estrangeiro, que ficámos muito mais apegadas uma à outra. Quando voltei ao trabalho desta última vez, todos os dias ela me perguntava à hora do almoço, com um ar desconsolado: “ainda vais tabaiár outa bez, mamã?”. Perdeu esse hábito há bem pouco tempo. Dói-me o coração só de pensar que ela sente a minha falta, sei que ela está bem entregue mas gostaria de ter a possibilidade de escolher entre ter mais tempo para ela ou trabalhar. Infelizmente, não há essa hipótese, tenho mesmo que trabalhar, não conseguimos ainda viver sem o vil metal. Também não sei se seria capaz ser mãe a tempo inteiro durante muito tempo, admiro muito quem faz essa opção. Só sei que queria mais tempo com a minha filhota, talvez até eu precise mais do que ela. Por isso, todos os momentos com ela são tesouros que eu guardo preciosamente, tentando sempre multiplicá-los e aumentar a sua qualidade.

07 fevereiro 2006

Ida ao circo

No domingo à tarde, o avô A. levou a Camila ao circo. O que a cachopa aprecia mesmo é a bicharada: “Tava lá um tamelo pêto, um tabalo vamêlho(?) e outo banto. E uns tães tom umas tamisolas do Banfita e do Chpotinde a jodae à bola”. Perceberam tudo? eheheh… Gostou também de “um sinhôe penduado num baloicho lá em ciiima!”. Com os palhaços é que ela não atina nem por nada, tem até uma certa aversão aos senhores da cara pintada, “a Bibia não dosta muito de paiáços”. Quando apareceram na arena, começou logo a pedir discretamente ao avô para irem embora. O avô lá a convenceu a ficar até ao fim do espectáculo e depois passaram pelo parque infantil para dar uma voltinha no “estuéda muito dande, com umas estadas de pau”. Foi uma tarde bem passada, para a Camila e para o avô, que é do mais babado que há!

A melhorar...

Foram dias difíceis, este fim-de-semana! Noites muito mal dormidas por causa de um narizito entupido, de uma tosse maldita e de alguma febre. Felizmente, andou sempre bem disposta e teve muita gente em casa a comemorar o aniversário da mamã, o que a distraiu. Finalmente, no domingo de manhã, a febre deixou-a em paz. Agora, resta um pouco de tosse, está quase a passar!

03 fevereiro 2006

Noite má!...

A Camila começou com uma tossezinha ligeira na segunda-feira. Na quarta-feira, a intensidade aumentou um pouco, nada de alarmante, comecei a dar-lhe o Onsudil . Esta noite, começou a chorar às 02:30, estava completamente congestionada, com febre e uma tosse horrível, cavernosa, a chamada “tosse de cão”. Lá veio o amigo Ben-u-ron para a febre, mas foi um resto de noite em sobressalto, as portas dos quartos ficaram abertas e eu e o pai sempre com a orelha no ar a tentar ouvir a respiração dela. Às 06:00, acorda novamente a chorar, já estava com 38,5ºC e aí entrou em cena o Brufen. Às 07:30, abalo de casa para conseguir vaga no médico de família, a Camila e o pai aparecem mais tarde. Às 09:15 estamos despachados do sr. Doutor, que disse que é um vírus que tem a vida facilitada em casas aquecidas (a nossa não está muito, muito aquecida, está a 18ºC) daí resultando pouca humidade.
Pareceu-me mais arrebitadita e estava sem febre, quando a deixei com o pai e vim trabalhar, mas custa tanto vê-la com os olhinhos quebrados, sem brilho e cheia de olheiras! Quando a vejo assim, só me dá vontade de voltar a metê-la dentro da barriga outra vez para a proteger totalmente :(!

02 fevereiro 2006

Uma ocasião memorável!

Pela primeira vez na sua vida, ontem a Camila disse um “q”!!! Pode parecer um disparate estar contente (dei pulos de alegria, mais precisamente!) por uma coisa tão insignificante, mas, como já mencionei, ela diz sempre “t” em vez de “q” desde que começou a falar. Daí resultam palavras e frases, às vezes muito engraçadas, tipo “fiz um tadito de xixi nas tuetas”, “vai bustar um patote de sumo, mamã”, “téio fazê totó”, “vou às tompas ao Tontinente” ou “tenho tomichão na tabeça”. Criou a sua linguagem típica e às vezes até o pessoal da família, sem querer, fala como ela. Isto sempre me preocupou um pouco (não excessivamente, ela ainda é novita), tinha receio que ela ficasse a falar assim, o que era muito chato, começando logo pelo nome dela! Pois ontem, dia 1 de Fevereiro de 2006, estava a jogar à bola com as primas E. e B., umas teenagers fanáticas por futebol, especialmente pelo Benfica, que lhe ensinaram o que era fazer uma “cueca” (passar a bola entre as pernas). Eis quando ela começa a dizer, toda excitada com a brincadeira: “Ó E.,vou fazê-te uma tueca!”. Ficámos todos (pai, mãe, primas) estáticos a dizer “Ela disse o “q”, não disse?”. Pedimos para ela repetir e acabou por dizer CueCa várias vezes! Entretanto, cansou-se da nossa insistência e não quis dizer mais nada. E, pelo serão fora, continuou com a sua linguagem dos t’s. Mas fiquei contente, foi um sinal de que ela é capaz, basta treinar agora um pouco, sem muita insistência. E, entretanto, talvez saia da sua boca a palavra que é música para os meus ouvidos: Camila!

01 fevereiro 2006

Um tesouro...

Adoro vê-la dormir! O seu rostinho transforma-se e fica tal e qual aquela recém-nascida que eu passava horas a contemplar a dormir, no bercinho do hospital onde nasceu, e depois na alcofa, já em casa. Antes de me deitar, vou vê-la, mergulhada num sono profundo, por vezes dá um suspiro quando a beijo, é uma visão que me aquece o coração e um Tesouro que vou guardar eternamente. Só desejo que ela se sinta sempre assim, segura e protegida, para que os seus sonos sejam povoados apenas por lindos sonhos cor-de-rosa.